CNJ pode levantar destruição de provas da Lava Jato pelo juiz Bonat
Depende do corregedor do Conselho Nacional de Justiça Luiz Felipe Salomão, abrir a caixa preta da Lava Jato

(Foto: Nathan D'Ornelas/Divulgação)
Segundo o jornalista Luís Nassif, no Portal GGN, há dois caminhos nítidos. Um, o levantamento das manipulações de provas na 13ª Vara e na 8ª Turma do Tribunal Regional Eleitoral da 4ª Região. Outro, a consulta ao spoofing, o banco de dados integral levantado pelos hackers de Araraquara em cima dos aplicativos da operação – o que saiu na Vaza Jato não representa mais que 5% do total.
Em Curitiba, o ponto central de investigações deverá ser a apuração da destruição de provas, perpetrada por procuradores com a anuência do juiz Luiz Antonio Bonat, que sucedeu Sérgio Moro na 13ª Vara, com o uso de furadeiras, para garantir a operação.
Junho não vem facilitando para cardíacos e ansiosos. Entre "idas e voltas" do Presidente da câmara, Artrhur Lira; as entrevistas de Tony Garcia; o telefonema atribuído ao juiz Áppio; o agendamento do julgamento de Jair Bolsonaro e a cassação de DallAgnoll, está difícil segurar os batimentos cardíacos, tanto no campo da esquerda quanto no campo da direita, cada qual com seus motivos (parafraseando Lira, segundo quem: cada um com seu CPF).
Leia a íntegra no GGN.

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