Curtinhas
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JP Morgan confirma: processo de desdolarização, defendido por Lula, avança no mundo
Estrategistas de um dos maiores bancos dos Estados Unidos afirmam que a troca do dólar por outras moedas é uma tendência., LONDRES Segundo a Reuters, "sinais de desdolarização estão surgindo na economia global, disseram estrategistas do maior banco norte-americano, JPMorgan, nesta segunda-feira, embora a moeda deva manter seu domínio de longa data no futuro próximo". O impacto dos aumentos acentuados dos juros nos Estados Unidos e as sanções que afastaram países como a Rússia do sistema bancário global estão levando os Brics - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul - a desafiar a hegemonia do dólar.(Brasil 247).
- Relatórios divulgados pela Controladoria-Geral da União (CGU) nas últimas semanas revelam irregularidades na execução de programas sociais envolvendo R$ bilhões durante o governo de Jair Bolsonaro. As irregularidades afetaram programas como o Auxílio Emergencial, Auxílio Brasil, Auxílio Gás, Auxílio-Taxista e Auxílio-Caminhoneiro e vão de problemas burocráticos a falhas graves na execução. Exemplo é o relatório divulgado pela CGU em 2/junho, que revelou pagamentos indevidos de quase R$ 2 bilhões em auxílios do governo Bolsonaro a taxistas e caminhoneiros em 2022. No dia 15 de maio, uma auditoria já havia apontado pagamentos irregulares no valor de R$ 3,89 bilhões no Auxílio Brasil. (Revista Fórum).
- Juíza federal Gabriela Hardt se declarou suspeita para julgar ações contra o empresário Tony Garcia, que em entrevista à TV 247, revelou como foi usado pelo então juiz Seergio Moro como “agente infiltrado” com a missão de perseguir inimigos e adversários políticos daquele, como o advogado Roberto Betholdo e o ex-ministro José Dirceu. Hardt justificou-se informando que ingressou no Ministério Público Federal (MPF) com pedido de investigação contra Garcia por suposto crime contra a honra dela.
- O ministro Alexandre de Moraes, anunciou que o julgamento da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije), que poderá tornar o ex-presidente Jair Bolsonaro inelegível por oito anos, foi marcado para o dia 22 de junho, informou o Metrópoles. O caso em questão diz respeito aos ataques proferidos por Bolsonaro ao sistema eleitoral brasileiro durante uma reunião com embaixadores em julho de 2022.
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