Superlotação de hospitais em Caxias do Sul quase causou colapso ao atendimento do Samu
Ao justificar a suspensão temporária de cirurgias eletivas, secretária da Saúde diz que ambulâncias tiveram que ficar paradas em frente às instituições em vários momentos
Em mais de uma ocasião, nos últimos dias, as ambulâncias que atendem aos casos de urgência e emergência em Caxias do Sul precisaram ficar paradas nas instituições de saúde à espera de um leito para os pacientes. A situação foi determinante para que a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) suspendesse as cirurgias eletivas, consideradas não urgentes, pelo prazo de 15 dias. Antes mesmo da determinação, o Hospital Geral já havia comunicado ao município a necessidade de suspender os procedimentos em razão da superlotação na instituição hospitalar. Até o momento não há um levantamento do número de procedimentos que serão suspensos na cidade.
A suspensão pretende garantir leitos a pacientes graves e que demandem serviços de urgência. De acordo com a secretária de Saúde, Danielle Meneguzzi, em entrevista ao GZH, a situação ocorre pela alta demanda de casos clínicos que exigem acompanhamento de alta complexidade, principalmente nas áreas de cardiologia, oncologia, vascular, neurologia e nefrologia.
Matéria completa em: GZH, Aline Ecker
Leia mais: Hospitais da Serra vão ofertar mais de mil cirurgias eletivas em programa federal para a redução de fila
A suspensão pretende garantir leitos a pacientes graves e que demandem serviços de urgência. De acordo com a secretária de Saúde, Danielle Meneguzzi, em entrevista ao GZH, a situação ocorre pela alta demanda de casos clínicos que exigem acompanhamento de alta complexidade, principalmente nas áreas de cardiologia, oncologia, vascular, neurologia e nefrologia.
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