Governo destina para reforma agrária fazenda utilizada para tráfico de mulheres
"Eu falei com o ministro Paulo Teixeira esses dias e perguntei: por que que a gente tem que esperar um movimento invadir uma terra para a gente mandar o Incra avaliar se ela é produtiva ou não? Por que o Estado não monta uma prateleira de projetos de terras improdutivas? Faz um convênio com as secretarias dos estados e a União apresenta um banco de terras disponíveis". (Presidente Lula).
A partir de agora, está formalizada a destinação da terra para a reforma agrária e os projetos de assentamentos podem ser instlados na região.
A propriedade tem 678.588 m² de área e desde 2016 integra o patrimônio da União. Foi expropriada porque durante três anos foi utilizada para exploração e tráfico de mulheres. A maioria das vítimas era adolescentes e mulheres humildes, que viviam na região. O esquema foi descoberto pela PF durante a Operação Fassini. Em março/2023, o Movimento de Trabalhadores Rurais Sem Terra(MST) ocupou a fazenda durante a Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra. Na ocasião, 600 famílias participaram da mobilização.
O governo destinou à reforma agrária, também, a fazenda Malícia, que fica na cidade de Corumbá (GO). De acordo com o Ministério de Gestão e Inovação, no local já estão em atividade o Projeto de Assentamento Dom José Gomes e o antigo Instituto Agrícola Educacional de Corumbá (IAEC).
Recentemente, o presidente Lula declarou:"Eu falei com o ministro Paulo Teixeira esses dias e perguntei: por que que a gente tem que esperar um movimento invadir uma terra para a gente mandar o Incra avaliar se ela é produtiva ou não? Por que o Estado não monta uma prateleira de projetos de terras improdutivas? Faz um convênio com as secretarias dos estados e a União apresenta um banco de terras disponíveis", disse o presidente.
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Recentemente, o presidente Lula declarou:"Eu falei com o ministro Paulo Teixeira esses dias e perguntei: por que que a gente tem que esperar um movimento invadir uma terra para a gente mandar o Incra avaliar se ela é produtiva ou não? Por que o Estado não monta uma prateleira de projetos de terras improdutivas? Faz um convênio com as secretarias dos estados e a União apresenta um banco de terras disponíveis", disse o presidente.
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