Novo PAC prevê a construção de novas universidades e institutos federais
Camilo Santana confirmou um investimento de R$ 600 milhões para a retomada das obras do campus da Universidade Federal da Integração Latino-Americana.
A construção de novas universidades e institutos federais estará na lista de investimentos do novo PAC, Programa de Aceleração do Crescimento. O plano será lançado em julho.
“Daqui a pouco, o presidente vai lançar o novo PAC e vai incluir novas instituições federais de nível superior para os estudantes deste país. Universidades e institutos federais”, afirmou Santana, no evento em que anunciou a retomada das obras do campus da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), em Foz do Iguaçu (PR). O ministro confirmou investimento de R$ 600 milhões da Itaipu Binacional para a conclusão do campus.
E mais: PAC 3 chega em julho
Isso foi o que afirmou o presidente Lula em cerimônia do início das obras no lote 1F da Ferrovia Oeste-Leste, em Ilhéus, na Bahia. A primeira versão do PAC foi em 2007, no segundo mandato de Lula.
Tocando em ponto nevrálgico, Lula afirmou que o governo precisa garantir estabilidade política, econômica, jurídica e social aos empresários que desejam investir no país.
Alguns pontos importantes da economia nacional somam para a aproximação do setor empresarial e do mercado. Trata-se do que muitos vêm chamando "Efeito Lula": possibilidade imediata de redução da taxa Selic para 12%, inflação em queda continuada e bom desempenho das balança comercial, queda do dólar, bolsa equilibrada e resistência menor de parte do mercado financeiro, que elevou a projeção para o crescimento do PIB para este ano em 0,01 ponto percentual, a 2,19%, de acordo com a pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central.
De acordo com a pesquisa semanal Focus, divulgada pelo Banco Central, redução na perspecrtiva da inflação de 2023 a 2026, estimada em menos de 5% este ano. As previsões agora são de inflação de 4,98% em 2023, 3,92% em 2024, 3,60% em 2025 e 3,50% em 2026.
O centro da meta oficial para a inflação em 2023 é de 3,25% e para 2024, 2025 e 2026 é de 3,00%, sempre com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.


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