Em depoimento, Cid teria detalhado fluxo financeiro de Bolsonaro e o funcionamento do gabinete do ódio
Investigadores apuram se o centro dessas movimentações estaria em Miami, nos Estados Unidos
Brasil 247 — O ex-ajudante de ordens Mauro Cid detalhou à Polícia Federal como funcionava o esquema do "fluxo financeiro" de Jair Bolsonaro e também falou sobre como operava o gabinete do ódio no Palácio do Planalto para atacar adversários e o sistema eleitoral, segundo Valdo Cruz em sua coluna no G1. Em relação ao “fluxo financeiro”, o colunista apontou que os investigadores apuram se o centro dessas movimentações estaria em Miami, nos Estados Unidos.Ao todo, Mauro Cid já tem mais de vinte horas de depoimento à PF. O pai dele, general Lourena Cid, também está negociando colaborar com a corporação e, da mesma forma que o filho, falhou em seu depoimento, ao ciontrário de Jair e Michelle Bolsonaro.
Além do caso das joias, Cid detalha outros aspectos do governo Bolsonaro. Segundo a jornalista Helena Chagas, espera-se para os próximos dias mais informações sobre o clã Bolsonaro, desta vez partindo do FBI, que teria dados "bombásticos" sobre negociações da família relacionadas a imóveis e outros bens nos Estados Unidos. Mauro Cid estaria “falando tudo”, segundo investigadores, que avaliam que “a casa caiu” para Bolsonaro. Segundo o youtuber Thiago dos Reis, a PF descobriu contas bancarias não declaradas, de Frederick Wassef e Mauro Cid, o que complicaria, ainda mais, a situação dos dois.
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