Curtinhas

  1. Ailton Krenak foi eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras. Ele é o primeiro representante indígena a ocupar uma cadeira na instituição. O escritor, filósofo e ativista indígena Ailton Krenak foi eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras, na tarde de quinta-feira (5/outubro). Krenak é autor de “Ideias para adiar o fim do mundo”, um dos principais livros sobre a cosmovisão das comunidades indígenas, é do povo Krenak, em Minas Gerais. Ailton Krenak . Escreveu, ainda, “A vida não é útil” e “Futuro Ancestral”, livros que trazem reflexões sobre a destruição que o ser humano, branco e capitalista, causou à natureza, e como lidar com isso.

  2. Fernando Haddad demite chefe da Receita que acessou dados de desafetos de Bolsonaro. Ricardo Pereira Feitosa, chefe da inteligência da Receita Federal no início da gestão de Jair Bolsonaro, foi demitido do cargo de auditor fiscal nesta quinta (5/outuro). A portaria, assinada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, diz que ele se valeu do cargo “para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública”. Em 2019, chefe da inteliugência da Receita, Feitosa acessou e copiou dados fiscais sigilosos de desafetos de Bolsonaro. Os alvos  de Feitosa foram o então procurador-geral de Justiça do Rio Eduardo Gussem, coordenador das investigações sobre as “rachadinhas”; e dois políticos rompidos com a família: o empresário Paulo Marinho e o ex-ministro Gustavo Bebianno.

  3. Finalmente, o Brasil  publica sentença de 2018 que culpa o Estado pela morte do jornalista Vlademir Herzog. O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania torna pública a sentença condenatória de março de 2018 emitida pela Corte Interamericana de Direitos Humanos no caso do jornalista Vladimir Herzog. A Corte responsabiliza o Estado brasileiro pela detenção arbitrária, tortura e assassinato de Herzog em outubro de 1975, nas instalações do DOI-CODI, que era subordinado ao Exército e foi reconhecido como um dos principais locais de tortura e assassinatos no período da ditadura militar no Brasil,  de 1964 a 1985.

  4. Após as revelações de que a Prefeitura de São Paulo, encabeçada pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB), fechou contratos que somam R$ 16,5 milhões para veicular propaganda da gestão municipal em jornais de bairro, o vereador Celso Gianazzi, o deputado estadual Carlos Gianazzi e a deputada federal Luciene Cavalcante, todos do Psol, acionaram o Tribunal de Contas do Município (TCM), o Ministério Público Eleitoral (MPE) e o Ministério Público de SP (MP) para investigar as denúncias. (leia mmais na Revista Fórum).

  5. Ministério Público da Venezuela expediu na quinta-feira (5/outubro) mandado de prisão contra Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente do país em 2019. A informação foi divulgada pelo procurador-geral Tarek William Saab. De acordo com o procurador-geral, o órgão vai pedir que a Interpol emita um alerta vermelho, com base em investigações de um tribunal dos Estados Unidos. “Foi emitido contra ele [Guaidó] um mandado de prisão e um alerta vermelho à Interpol para que este indivíduo pague pelos crimes que a Justiça tomou conhecimento hoje e foram divulgados nos Estados Unidos”, disse Saab em coletiva de imprensa.(leia mais non DCM).

  6. O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Alexandre de Moraes, agendou para a próxima terça-feira (10) o julgamento de mais três ações de investigação eleitoral contra Bolsonaro. Ele é acusado de usar o Palácio da Alvorada e o Palácio do Planalto para fazer lives na quais se apresentava como candidato à reeleição no ano passado. Bolsonaro foi condenado em junho pelo TSE na ação sobre o encontro com embaixadores estrangeiros. O ex-presidente está inelegível pelo prazo de oito anos. Para o dia 17 de outubro  o TSE pautou o início do julgamento de duas ações de investigação eleitoral da campanha do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contra o presidente Lula (PT). A discussão ocorrerá na sequência dos três processos que miram o ex-mandatário por uso eleitoral de lives no Palácio do Alvorada. (leia mais).




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