Mauro Cid deve prestar novo depoimento à PF

Novo depoimento está relacionado a revelações da trama golpista descobertas a partir de Operação Tempus Veritatis, da PF, deflaragrada na quinta-feira, 8 de fevereiro e que teve como foco Jair Bolsonaro, ex-ministros, assessores e militares como alvos
Matéria publicada pelo Portal Brasil 247, com apoio em dados da coluna de Malu Gaspar, adianta que o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), deve voltar a depor à Polícia Federal (PF). A jornalista adianta que o depoimento abordará fatos revelados no âmbito da Operação Tempus Veritatis, apurando atos golpistas do dia 8 de janeiro de 2023.
A PF identificou que Mauro Cid esteve envolvido na liberação de R$ 100 mil para custear “um pessoal” em Brasília durante as discussões sobre o golpe de estado. O dinheiro seria destinado a despesas com hospedagem, alimentação e materiais, conforme revelam mensagens protegidas por senha, intituladas "Copa 2022".
“De acordo com investigadores, ‘o pessoal’ que viajaria a Brasília era uma turma de oficiais das Forças Especiais de Goiânia, que ficaria de prontidão na cidade à espera de um chamamento de Bolsonaro”, revela a reportagem.
A dinâmica de proip[agação de fake news pelo gabinete do ódio também deve voltar no depoimento de Mauro Cid. A PF identificou a participação de Cid em um núcleo de disseminação de desinformação e fake news sobre o sistema eleitoral, mas ainda busca entender como esse grupo operava.
"Se não colaborar com a PF, Mauro Cid pode até perder o acordo, que permitiu sua saída do batalhão do Exército em Goiás, onde ficou preso por quatro meses por ordem do ministro Alexandre de Moraes”, destaca a reportagem.
A PF identificou que Mauro Cid esteve envolvido na liberação de R$ 100 mil para custear “um pessoal” em Brasília durante as discussões sobre o golpe de estado. O dinheiro seria destinado a despesas com hospedagem, alimentação e materiais, conforme revelam mensagens protegidas por senha, intituladas "Copa 2022".
“De acordo com investigadores, ‘o pessoal’ que viajaria a Brasília era uma turma de oficiais das Forças Especiais de Goiânia, que ficaria de prontidão na cidade à espera de um chamamento de Bolsonaro”, revela a reportagem.
Ainda segundo a matéria, há in dícios, também, de que empresas estariam financiando a tentativa de golpe, o que foi mencionado em mensagens obtidas pela PF. Em um áudio supostamente enviado ao general Freire Gomes, Cid diz que empresários do agronegócio estariam bancando o financiamento de acampamentos golpistas em frente aos quartéis. Em sua delação,porém, Cid não forneceu detalhes sobre este ponto.
A dinâmica de proip[agação de fake news pelo gabinete do ódio também deve voltar no depoimento de Mauro Cid. A PF identificou a participação de Cid em um núcleo de disseminação de desinformação e fake news sobre o sistema eleitoral, mas ainda busca entender como esse grupo operava.
Segundo a reportagem, os investigadores acreditam que Mauro Cid possa ter informações que não revelou anteriormente.
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