MinC participa da Feira do Livro de Havana e leva delegação de escritores
Brasil é o país homenageado do evento que ocorre de 15 a 25 de fevereiro
O Brasil é o país homenageado da 32ª Feira Internacional do Livro de Havana (FILH 2024) que começa nesta quinta (15) e sade estende até 25 de fevereiro, na capital cubana. A cerimônia de abertura do evento contará com a presença do presidente da República de Cuba, Miguel Díaz-Canel e da Ministra da Cultura do Brasil, Margareth Menezes. A agenda do Ministério da Cultura (MinC) em Cuba, em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), iniciou nesta quarta-feira, 14, e termina no dia 18 de fevereiro e tem como objetivo potencializar as ações conjuntas de cooperação e intercâmbio na área cultural entre os dois países.
Além da ministra, a comitiva do MinC conta com a presença do secretário de Formação, Livro e Leitura, Fabiano Piúba e do presidente da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), Marco Lucchesi. A pasta leva, ainda, uma delegação de 15 escritores (as) brasileiros (as) escolhidos (as) por meio da curadoria tripartite composta por integrantes do Ministério, da FBN e o Instituto Guimarães Rosa (IGR), unidade vinculada ao Ministério das Relações Exteriores (MRE).
Os escritores e escritoras Ailton Krenak, Conceição Evaristo, Eliana Alves Cruz, Elisa Lucinda, Emicida, Frei Betto, Jarid Arraes, Jeferson Tenório, Marcelo D' Salete, Márcia Kambeba, Cidinha da Silva, Graça Graúna, Otávio Júnior, Socorro Acioly e Patricia Melo contribuirão com a difusão da cultura brasileira por meio do incentivo à leitura e formação de novos leitores.
A ministra Margareth Menezes destaca que as feiras do livro – sejam elas locais, nacionais ou internacionais - exercem um papel fundamental na democratização de acesso, no fortalecimento de riqueza cultural e literária. De acordo com a chefe da Cultura, esses eventos mobilizam todo o ecossistema do livro: as editoras, livrarias, bibliotecas; ilustradores, tradutores, livreiros, bibliotecários; mobilizam e enaltecem escritores e escritoras dos mais diversos gêneros, nos mais diversos suportes. As feiras internacionais do livro conectam também culturas, línguas, e simbologias diferentes em um movimento comum: o da celebração da leitura e da escrita como ferramentas de emancipação.
“Nós do Ministério da Cultura temos procurado incluir a literatura negra, indígena, das favelas, dos quilombos, dos terreiros, das aldeias, das cidades, da roça: uma literatura que celebra nosso legado, aqueles e aquelas que vieram antes; mas fincada em nosso tempo, em nossa contemporaneidade”, aponta a ministra.
A agenda inclui a assinatura de um Memorando de Ente ndcimento (MoU) que visa à realização de ações conjuntas de cooperação e intercâmbio na área cultural.
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