Moro e, ou Moro é (ainda) a justiça?

Foto: Divulgação Podemos



Jornal GGN – A campanha de Sergio Moro ao Senado nas eleições 2022 teve “contrato fake, com advogado fake, para fazer assessoria fake”. O advogado favorecido teria sido o próprio suplente de Moro, Luís Felipe Cunha, que também é amigo do ex-juiz da Lava Jato há mais de 20 anos. A declaração é do advogado Luiz Eduardo Peccinin, que defendeu a cassação de Moro e seus suplentes nesta segunda (1º/abril), no início do julgamento no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR).

O TRE-PR iniciou na segunda (1º/abreil) a análise em conjunto das duas ações eleitorais (da Federação Brasil da Esperança e do PL) que pedem a cassação do mandato de Moro e suplentes, além da declaração de inelegibilidade por 8 anos.

Moro é acusado de abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação por ter extrapolado os gastos de campanha ao Senado, o que viola o princípio da paridade de armas, entre outras regras.

Hoje, quarta-feira (3/abril), a partir das 14h,  segue mais uma momento do julgamento. O relatório final será lido pelo desembargador Luiz Carrasco Falavinha Souza, que na segunda votou pela absolvição de Moro.


Leia a íntegra no Jornal GGN.

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