Casas, maquinários e plantações debaixo d'água



Em meio às maiores enchentes da história do Rio Grande do Sul, que soma 83 pessoas mortas, 121.957 desalojadas e 19.368 desabrigadas, o MST iniciou uma campanha de solidariedade 


O objetivo é arrecadar fundos para ações de apoio às famílias atingidas nos diversos municípios gaúchos. Entre elas, estão cerca de 420 famílias do próprio movimento que tiveram de sair às pressas de suas casas. A força das águas deixou submersos 5 assentamentos do movimento na região metropolitana de Porto Alegre.

"Com a perda da estrutura das casas, móveis, lembranças, e produção de arroz e hortas agroecológicas, onde muitos camponeses e camponesas já haviam replantado após a enchente do final do ano passado, as famílias seguem em abrigos coletivos", diz nota do movimento.

Os assentamentos Integração Gaúcho (IRGA), Apolônio de Carvalho e Conquista Nonoaiense estão localizados em Eldorado do Sul. Já os assentamentos do Sino e Santa Rita de Cássia estão no município de Nova Santa Rita. As cidades são duas das mais afetadas pelas enchentes e o acesso para ajuda humanitária somente pode ser  com helicóptero.

"Estamos num momento muito difícil. Perdemos algumas máquinas, alguns caminhões. Uma parte a gente conseguiu retirar na quinta-feira (2/maio), uma parte não. Eram máquinas muito importantes para o movimento, para a produção do arroz", conta Maurício Roman, da coordenação nacional do MST no Rio Grande do Sul."

Acesse o #BrasildeFato e confira como contribuir com a campanha de solidariedade do MST  https://bit.ly/3Wzw7dN

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