Gleisi rebate Armínio Fraga com relação à nota atribuída pela Moddy’s ao Brasil
Gleisi Hoffmann, Presidente Nacional do PT, em sua rede, afirmou que Fraga e outros "agentes do terrorismo fiscal" querem, mesmo diante dos fatos, alimentar a especulação para manter os juros altos e, assim, favorecer o rentismo. "Agora é o próprio Armínio Fraga, campeão dos juros altos, a criticar a Moddy’s por melhorar a nota do Brasil. Quando ele presidia o BC, o risco-Brasil bateu recorde negativo de 1.446 pontos e a nota do país chegou ao fundo do poço. Esses agentes do terrorismo fiscal estão revoltados com a melhora dos fundamentos econômicos do país e porque o reinado deles no BC, de Campos Neto, está chegando ao fim. Só lhes resta estimular a especulação para manter juros altos em favor dos rentistas. Colocam seus interesses acima de tudo, inclusive da razão", publicou Gleisi. (leia mais no Brasil 247)
Agências de risco, no entanto, têm melhorado as perspectivas da economia brasileira
Para desapontamento de muitos, o mercado financeiro reduziu a previsão de inflação para 2024. Segundo o boletim Focus, divulgado hoje (6/maio) pelo Banco Central (BC), o Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) deve ficar em 3,72%, pouco menos do que a projeção da semana passada, de inflação de 3,73%.
Os analistas também projetaram crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em relação ao anunciado na semana passada, quando estimou-se alta ficasse em 2,02%. Agora o mercado projeta um crescimento maior, de 2,05%. Para desgosto da ala negacionista, que in siste na necessidade de manter a Selic em alta, a projeção é de que o PIB cresça 2%. Índice que se repetiria em 2026 e 2027.
A estimativa da inflação para 2024 fica no intervalo de meta de inflação a ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.
Em 2025, a previsão é de que a inflação fique em 3,64% e, em 2026, feche em 3,5%, repetin do-se em 2027.
Em relação aos juros básicos da economia, embora uma explicação razoável seja difícil, o mercado projetou uma taxa Selic de 9,63%. Os analistas acreditam que a referência para os juros no país deve diminuir o ritmo de queda, já que há quatro semanas a previsão era de que a taxa fechasse o ano em 9%.
Nas duas últimas reuniões do Copom), o corte na Selic foi 0.5 ponto percentual. Mas o o avisa está dado: poderá não repetir o mesmo ritmo de corte na próxima reunião agendada para os dias 7 e 8 de maio.
Os analistas também projetaram crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em relação ao anunciado na semana passada, quando estimou-se alta ficasse em 2,02%. Agora o mercado projeta um crescimento maior, de 2,05%. Para desgosto da ala negacionista, que in siste na necessidade de manter a Selic em alta, a projeção é de que o PIB cresça 2%. Índice que se repetiria em 2026 e 2027.
A estimativa da inflação para 2024 fica no intervalo de meta de inflação a ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.
Em 2025, a previsão é de que a inflação fique em 3,64% e, em 2026, feche em 3,5%, repetin do-se em 2027.
Em relação aos juros básicos da economia, embora uma explicação razoável seja difícil, o mercado projetou uma taxa Selic de 9,63%. Os analistas acreditam que a referência para os juros no país deve diminuir o ritmo de queda, já que há quatro semanas a previsão era de que a taxa fechasse o ano em 9%.
Nas duas últimas reuniões do Copom), o corte na Selic foi 0.5 ponto percentual. Mas o o avisa está dado: poderá não repetir o mesmo ritmo de corte na próxima reunião agendada para os dias 7 e 8 de maio.
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