Instituições científicas do Brasil no combate à desinformação
Iniciativa contra desinformação e discurso de ódio integra principais instituições científicas do Brasil – CAPES, Finep, IPEA, CNPq e Ibict – formarão rede de pesquisa e compartilhamento de dados para centralizar a ciência no cerne do combate à desinformação
Secom – As principais agências de fomento e pesquisa do país anunciaram aliança contra a desinformação no evento "G20: Integridade da Informação" na terça (30/abril) e quarta (1/5) em São Paulo. As instituições assinaram um compromisso público destacando a importância de abordar os desafios contemporâneos de forma proativa e colaborativa.
O protocolo estabelece que o grupo se concentra em apoiar projetos que capacitem recursos humanos especializados e mobilizem a sociedade brasileira na luta contra a disseminação de notícias falsas e discurso de ódio. A iniciativa cria uma rede de pesquisa e compartilhamento de dados e buscam centralizar a ciência no cerne do combate à desinformação.
O movimento ocorre em um contexto global de preocupação com a disseminação de notícias falsas e discursos de ódio, marca um esforço conjunto para fortalecer os pilares da democracia e o bem-estar social por meio da ciência e da cooperação.
Entre os eixos principais da iniciativa está a criação de uma Rede de Pesquisa Científica dedicada a investigar a integridade informacional e combater a desinformação. A rede visa não apenas a entender os mecanismos por trás da propagação de notícias falsas, mas também desenvolver estratégias para diminuir seu impacto negativo na sociedade. O grupo propõe a implementação de uma política de fomento contínua, buscando apoiar iniciativas que promovam a transferência de conhecimento entre os setores público e acadêmico.
O compromisso assumido pelas instituições tem ações concretas definidas no Protocolo de Intenções. A presidenta do Ipea, Luciana Servo, acredita que a desinformação é uma ameaça ao trabalho desenvolvido por instituições e na consolidação de políticas, “pois ela mina a credibilidade de pesquisas e distorcem a percepção das ações das ações de órgãos públicos”.
O movimento ocorre em um contexto global de preocupação com a disseminação de notícias falsas e discursos de ódio, marca um esforço conjunto para fortalecer os pilares da democracia e o bem-estar social por meio da ciência e da cooperação.
Entre os eixos principais da iniciativa está a criação de uma Rede de Pesquisa Científica dedicada a investigar a integridade informacional e combater a desinformação. A rede visa não apenas a entender os mecanismos por trás da propagação de notícias falsas, mas também desenvolver estratégias para diminuir seu impacto negativo na sociedade. O grupo propõe a implementação de uma política de fomento contínua, buscando apoiar iniciativas que promovam a transferência de conhecimento entre os setores público e acadêmico.
As agências científicas brasileiras estão empenhadas em fortalecer a integridade informacional e a confiança no ambiente digital. O presidente em exercício da CAPES, Antonio Gomes de Souza Filho, expressou o propósito unificador da parceria, afirmando: "Estamos unidos na convicção de que a ciência e a informação de qualidade são fundamentais para construir uma sociedade mais justa e com garantia de proteção da democracia", disse.
O compromisso assumido pelas instituições tem ações concretas definidas no Protocolo de Intenções. A presidenta do Ipea, Luciana Servo, acredita que a desinformação é uma ameaça ao trabalho desenvolvido por instituições e na consolidação de políticas, “pois ela mina a credibilidade de pesquisas e distorcem a percepção das ações das ações de órgãos públicos”.
Veja também
Leave a Comment