Curtinhas

  1. "Qualquer aeroporto que abrigue aviões de combate ucranianos F-16, nacionais ou estrangeiros, será alvo legítimo para o exército russo se participar em missões de combate contra as forças de Moscou", avisou o presidente do Comitê de Defesa da Duma russa (Câmara Baixa do Parlamento), Andrei Kartapolov, na segunda-feira (10/junho). Os aeródromos que abrigarem F-16 ucranianos seriam "alvos legítimos" para Moscou, se os caças integrarem missões de combate contra a Rússia, destaca reportagem do canal HispanTV.

  2. Foram localizados mais dois corpos de vítimas da enche nte no RS, ainda não identificados, segundo informa a Defesa Civil. O número de vítimas fatas sobe para 175, enquanto permanecem 38 desaparecidos. Os corpos mfopram encontrados em Teutônia, no Vale do Taquari, e em Agudo,  região central, próximo à Santa Maria. O estado ainda tem 478 municípios afetados e mais de 463,4 mil pessoas desalojadas de suas casas. Outras 18,8 mil seguem em abrigos provisórios. O número de pessoas afetadas pelas enchentes de alguma forma ultrapassa 2,3 milhões, cerca de 20% da população. A área atingida corresponde a 1.652,32 km2. Calcula-se a perda de 360.585 automóveis.

  3. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Banco de Desenvolvimento da América Latina e do Caribe (CAF) e o Governo do Estado do Pará irão anunciar nesta terça-feira, 11, às 14h, uma ação conjunta para viabilizar a implantação do Museu das Amazônias. O museu será inaugurado no âmbito da 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP 30), que acontecerá em Belém (PA) em 2025.  Participam do anúncio os presidentes do BNDES, Aloizio Mercadante, e da CAF, Sergio Diaz-Granados, e o governador do Estado do Pará, Helder Barbalho. 

  4. GZH – Para tentar amenizar o fechamento do aeroporto Salgado Filho, a Base Aérea de Canoas vai poder ter novas partidas e chegadas ainda nesta semana. A garantia é da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Dois novos voos deverão desembarcar no local. Na semana que vem há a expectativa de ampliar mais três. Dessa forma, mesmo com atraso, será possível cumprir a promessa do ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, que garantiu que as partidas e chegadas seriam ampliadas a partir de 10 de junho. Atualmente, a Base Aérea recebe cinco voos de partidas e outros cinco de chegada por dia.

  5. O governo brasileiro recebeu, com satisfação, a decisão da Coreia do Sul de aceitar o Certificado Sanitário Internacional (CSI) para exportação de gordura e de proteínas processadas de suínos destinadas à alimentação animal.Trata-se da terceira abertura de mercado na Coreia do Sul para produtos agrícolas brasileiros neste ano. Em abril, o país autorizou a exportação de subprodutos de origem animal - farinhas e gorduras de aves - e de dez tipos de produtos à base de camarão. A nova abertura contempla demanda da Associação Brasileira de Reciclagem Animal (ABRA) e suas empresas associadas, bem como de importadores coreanos que preveem expansão da indústria coreana de rações, a fim de atender ao crescimento do número de animais domésticos na Ásia. Em 2023, a Coreia do Sul foi o oitavo maior destino das exportações de produtos agrícolas brasileiros, com valor total de mais de US$ 3,37 bilhões.

  6. SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Ministério dos Direitos Humanos publicou portaria para instituir um Grupo de Trabalho que vai preparar a criação de um sistema nacional ligado à área, nos moldes dos já existentes de Saúde (SUS) e Assistência Social (SUAS). A expectativa é de que a duração dos trabalhos do GT seja de 180 dias, com o encaminhando do relatório, ao final deste prazo, para o ministro Silvio Almeida. Após esse processo, haverá ainda consultas públicas para formatar o novo sistema. A ideia é que ele preserve os direitos da população a partir de uma política de Estado, para não ser desvirtuada por governos de qualquer espectro político. A presidência do GT será da doutora em Ciência Política pela USP Gabriela Lotta, também professora pela FGV. "O sistema tem que ter a capacidade de coordenar esforços para garantir redução de desigualdades e construção de novas capacidades para melhorar o acesso da população a políticas de proteção de direitos humanos", afirma ela.



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