Curtinhas




  1. Agência BNDES – O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor total de R$ 1,76 bilhão para apoio aos planos de investimentos das nove concessionárias de distribuição de energia elétrica controladas pelo Grupo Energisa. As operações beneficiam os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Paraíba, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Sergipe, Acre, Rio de Janeiro e Rondônia e possibilitam a manutenção e incremento da qualidade operacional para 20 milhões de pessoas atendidas em 863 municípios.

  2. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) selecionou o consórcio “Sudeste Azul”, formado pelas empresas Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Environpact Sustentabilidade, como parceiro executor do Planejamento Espacial Marítimo (PEM) da região Sudeste, que reúne os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Neles, estão cerca de 82% de toda economia azul brasileira por concentrarem atividades de óleo e gás, portos e turismo. Para o projeto serão destinados R$ 12 milhões em recursos não reembolsáveis do Fundo de Estruturação de Projetos do Banco (BNDES FEP).

  3. Prazo para alunos e alunas se inscreverem no Enem 2024 se encerra nesta sexta-feira, 7 de junho. A data vale também para os pedidos de tratamento por nome social e atendimento especializado. As provas serão aplicadas nos dias 3 e 10 de novembro. Após a realização da inscrição, a Página do Participante vai gerar um boleto do Banco do Brasil para o pagamento da taxa de R$ 85 aplicada a quem não teve a isenção aprovada. Esse boleto só é disponibilizado ao inscrito após acesso ao sistema do exame por meio do login único do gov.br. A taxa de inscrição pode ser paga até o dia 12 de junho por boleto bancário, PIX, cartão de crédito e débito em conta corrente ou poupança. Os resultados de recursos sobre isenção da taxa foram divulgados no último dia 24, assim como as justificativas de ausência no Enem 2023 para candidatos que estavam isentos da taxa.

  4. Brasil 247 – Um estudo financiado pelo Greenpeace Brasil e conduzido pelo Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (Iepa) tenta impedir que o Brasil e a Petrobras explorem o petróleo da Margem Equatorial, chamada pela ONG de "Foz do Amazonas". A expedição, realizada a bordo do veleiro Witness do Greenpeace Brasil, teve como objetivo mapear as correntes marítimas da região para entender os possíveis impactos de um vazamento de óleo, segundo nota publicada na coluna da jornalista Mônica Bergamo. O estudo destaca que o derramamento poderia contaminar vastas áreas marítimas, incluindo as costas do Amapá, da Guiana Francesa, do Suriname e da Guiana.

  5. Mercados dos cinco países integrantes da União Econômica Eurasiática (UEEA) – Rússia, Belarus, Armênia, Cazaquistão e Quirguistão – abrem-se para a exportação brasileira de sêmen e embriões bovinos (“in vivo” e “in vitro”). Trata-se de mais uma grande expansão comercial na UEEA para produtos agrícolas brasileiros. No início de maio deste ano, foram autorizadas as exportações de suínos vivos e, em setembro de 2023, de bovinos vivos para os membros da União. As aberturas decorrem do recente adensamento de contatos bilaterais com a UEEA, por meio de atuação do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). No primeiro quadrimestre de 2024, o Brasil exportou pouco mais de US$ 325 milhões em produtos do agronegócio para a UEEA, com destaque para soja em grãos, carne bovina, café verde e açúcar bruto. Com os novos mercados na UEEA, o agronegócio brasileiro soma 61 aberturas de mercado em 27 países neste ano, totalizando 139 aberturas em 51 países desde o início do mandato do Presidente Lula.Tais resultados são fruto do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

  6. O Conselho Superior da Procuradoria-Geral da República (PGR) decidiu nesta terça-feira (4) aplicar uma punição disciplinar de censura à procuradora Thaméa Danelon, que atuou na Lava Jato de São Paulo. A censura é simbólica, funcionando como uma advertência e tornando-se um agravante caso a pessoa responda a outros processos disciplinares no futuro. (leia mais)

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