Oposição ao governo tenta fechar o cerco



A grande mídia não economiza esforços, dedicando capas e editoriais a temas que podem custar-lhe os pulmões, o que agora pouco importa. O que importa é o esforço para derrotar o governo. De um lado, fazendo estardalhaço em relação ao ministro de Comunicações, esquecendo, todos, que para o governo federal o fato é bem-vindo. Afinal de contas, ele lhe foi empurrado goela abaixo. Foi, sempre, um estranho no ninho.

De outro lado, tenta enxovalhar o leilão do arroz, na tentativa de impedir a importação. Danem-se os que não puderem pagar 12, 15, 20 reais que seja, daqui a alguns dias. O que importa não é a nação, é a carteira dos arrozeiros, é a conta bancária do agro.

Fazendo ondas para entornar o caldo, a mídia inicia campanha furiosa contra influencer progressistas, tentando criar uma indisposição entre Haddad e Lula, fazendo das tripas coração para derrubar a bolsa e empurrar o dólar para cima, falando em fragilidade (que não se prova) e jogando, assim como quem não quer nada, no pé da matéria um: o resultado das eleições na UE também ajuda a balançar...

E a matilha na câmara e no senado a ladrar, ameaçar, mentir, fazer o que sabe: criar fake news berrando a todo pulmão: Não é mentira. É opinião.

O que fazer nesse circo? Sentar-se com um bom pacote de pipocas e assistir ao Paulo Pimenta "dar de relho" em todos, rir muito quando Haddad explica: "vocês não gostam de livros". Ficar atento à sanha de Lira, salivando por poder e aguardar a volta por cima, afinal de contas, eles vão acabar tropeçando nos próprios pés.
 
Hoje o dólar subiu, a bolsa caiu, a grande imprensa ganiu, Lira apressou-se a urgenciar a suspensão de deputados, Rodrigo Pacheco aproveitou para fazer a sua parte e criar, também ele, uma marolinha. 

Amanhã será um novo dia. Como  diz Lula, tem-se que saber escolher as batalhas.


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