Curtinhas

  1.  Metrópoles –   Seis empresas que participaram do edital de compra de 12 mil câmeras corporais para a Polícia Militar (PM) de São Paulo entraram com processos administrativos pedindo a desclassificação Motorola Solutions Ltda., anunciada como vencedora do edital no início do mês. As empresas apontaram uma série de irregularidades no sistema de gravação da Motorola que seriam contraditórias com pontos exigidos pelo edital. O equipamento da empresa escolhida, por exemplo, permite a edição e exclusão de imagens, além de ter problemas na identificação do usuário e no reconhecimento de placas de veículos e de armas de fogo.

  2. Comunicado da rede de lojas Americanas – “As evidências apresentadas pelo comitê confirmam a existência de fraude contábil, caracterizada, principalmente, por lançamentos indevidos na conta fornecedores, por meio de contratos fictícios de VPC (verbas de propaganda cooperada) e por operações financeiras conhecidas como ‘risco sacado’, dentre outras operações fraudulentas e incorretamente refletidas no balanço da companhia” (leia mais sobre esse assunto neste link).

  3. Metrópoles – A Receita Federal e o Ministério Público do Maranhão deflagraram, na manhã desta quarta-feira (17/7), a operação “Rei do Gado”, que visa combater um esquema de sonegação fiscal milionário por meio de vendas fraudulentas de gado no estado de São Paulo. A estimativa é de que tenham sido sonegados R$ 300 milhões em tributos federais. (matéria comopleta no site).

  4. A Polícia Federal tem evidências de que, após a reunião de 25 de agosto de 2020, foram efetivadasações pela Receita Federal e pela Abin para proteger Flávio Bolsonaro das investigações do Ministério Público do Rio de Janeiro. As ações teriam incluído investigações sem base legal contra auditores da Receita e espionagem por parte da Abin. A PF continua a aprofundar a investigação sobre a "Abin Paralela", supostamente usada para investigar adversários políticos de Jair Bolsonaro. José Tostes, à época secretário da Receita Federal, será convocado para depor. Ele teria participado de uma reunião na residência de Flávio Bolsonaro com suas advogadas, o que levantou suspeita de tráfico de influência. O depoimento de Ramagem, convoicado para esta quarta-feira, deve alimentar o andamento das investigações. (leia também)



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