Em manifestação ao povo venezuelano Maduro diz ter derrotado a primeira fase de um golpe fascista
O presidente venezuelano eleito disse ao povo diante do palácio Miraflores que "o fascismo na Venezuela não passará"
O povo venezuelano, em manifestação poermanente, aguarda o desfecho da crise internacional que se deflagrou após a oposição recusar-se a aceitar o resultado das eleições do último domin go, 28/julho.“Derrotamos a primeira parte do golpe fascista criminoso” declarou Maduro. “E o fascismo na Venezuela não passará”, estimulando a união, o fortalecimento e a mobiulização popular.
“Estou aqui por vocês e admiro muito a valentia do povo. Que viva a vitória de 28 de julho. Que viva a pátria, que viva a Venezuela”, reforçou.
A sala eleitoral aceitou o recurso, e chamiou opara si o processo, pedindo que os 10 candidatos se apresentem. Estarei lá. Maduro garantiu que estará lá e invocou a presença de todos os demais partidos, com todos os boletins de urnas
Na quinta-feira (2/agosto) Maduro participou de reunião do Conselho Nacional de Economia Produtiva Setor Agroindustrial, quando assegurou que a nação bolivariana derrotou as barreiras da guerra econômica e hoje na nação produz a maior quantidade de alimentos para o consumo dos venezuelanos e vernceu a hiperinflação impingida pelo imperialismo.
O presidente explicou, ainda, aos presentes que se trata de “manipular as mentes das pessoas a partir de seus desejos, porque sabem o que as pessoas angustiadas desejam e o que não as angustia”.
Em relação atos de violência, assegurou que estavam lorientados a provocar um apagão no país. “Quase 85 por cento são migrantes vindos do Texas, da Colômbia, do Peru e do Chile. Haviam preparado a maior emboscada e nós vimos golpes, mas não tínhamos visto uma criminalidade com essas características”, frisou Maduro. “Eles são o ódio, a violência, eles são o retorno da violência”, afirmou, anunciando que cerca de 1.200 integrantes dos bandos violentos foram capturados.
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