Curtinhas
Não vi uma linha nos jornalões brasileiros sobre a entrevista de Axel Christensen, estrategista-chefe da BlackRock, maior fundo de investimentos do planeta, para um site especializado. Em resumo, ele diz que o Brasil continua muito atrativo para investimentos, que a situação…
— Gleisi Hoffmann (@gleisi) December 6, 2024
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MDS – Cumprindo agenda oficial no Catar neste fim de semana, o ministro do
Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington
Dias, teve diversas reuniões bilaterais que trataram da Aliança Global
contra a Fome e a Pobreza. Os encontros incluíram conversas com o ministro
das Relações Exteriores do Catar, Mohammed bin Abdulaziz Al-Khulaifi; e o
diretor-geral do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Pierre Krähenbühl. O
titular do MDS participou da 22ª edição do Fórum de Doha, que contou com a
participação de líderes de países, da academia, empresários e outras
entidades. Dias salientou que a proposta de realizar a primeira Cúpula da
Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, junto a Cúpula Mundial Sobre
Desenvolvimento Social da ONU, em novembro, em Doha, foi bem-recebida pelo
ministro das Relações Exteriores do Catar. “Vamos estar a um ano do
lançamento da Aliança Global e vamos poder, aqui, com o mundo, examinar como
está a implementação e direcionar ações para 2030 com bons resultados”,
disse.
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Brasil 247 – Diante de uma crise entre o Executivo e o Legislativo sobre a liberação de
emendas parlamentares, o governo federal anunciou um acordo para acelerar o
pagamento de R$ 6,4 bilhões destinados aos congressistas. A informação foi
divulgada pelo senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo no
Congresso, em
entrevista
ao Valor Econômico. O movimento busca superar um impasse gerado pela decisão
do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabeleceu
critérios mais rígidos para os repasses. O presidente Luiz Inácio Lula da
Silva reuniu-se na segunda-feira (9) com os presidentes da Câmara, Arthur
Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para discutir
estratégias que destravem a pauta legislativa. Lula pediu apoio para votar
ainda este ano o pacote fiscal e a reforma tributária, mas ouviu de ambos
que o clima no Congresso é de insatisfação. “A regulamentação vai permitir o
pagamento de R$ 6,4 bilhões em emendas”, afirmou Randolfe. O montante inclui
R$ 4,1 bilhões de emendas de comissão e R$ 2,3 bilhões de emendas de
bancada. (leia matéria completa).
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G1 – Lula é operado às pressas em São
Paulo após sentir dor na cabeça. O presidente passou por cirurgia para
drenar um hematoma, na madrugada desta terça-feira, no Hospital
Sírio-Libanês. Ele está na UTI e 'encontra-se bem', segundo boletim médico.
Lula passou mal ainda em Brasília. Ele fez um exame de imagem após sentir
dor de cabeça. A ressonância magnética mostrou hemorragia intracraniana,
decorrente do acidente domiciliar sofrido em 19/10.
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Folha – Lula promete a Lira e Pacheco
acelerar pagamento de emendas em meio a crise com Congresso. O presidente se
reuniu ontem com os presidentes da Câmara e do Senado. O tema foi o
imbróglio das emendas e as decisões do ministro Flávio Dino, do STF. O
petista foi alertado que o clima no Congresso é muito ruim e que é
necessário destravar o pagamento das emendas para que o pacote de gastos e a
regulamentação da reforma tributária sejam votados ainda neste ano.
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Folha –Senado quer apressar
projeto que soma R$ 440 bi em subsídios e encarece conta de luz. O Senado
sinaliza que quer aprovar o PL das eólicas offshore. O texto prorroga
subsídios para alguns investidores de térmicas a gás e a carvão, mas também
estende benefícios a energias renováveis que não precisam mais de ajuda
financeira.
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Estadão – Pacto de Lula sobre emendas
‘atende anseios de parlamentares’, diz Haddad, que quer destravar pacote.
Segundo apurou o Broadcast, o governo federal vai publicar uma portaria
permitindo o pagamento de R$ 6,4 bilhões em emendas parlamentares este ano,
dentro da decisão anunciada pelo STF.
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Estadão – Reforma tributária: mudanças
no relatório do Senado levam alíquota do IVA para 28,1%. Relator Eduardo
Braga e técnicos avaliam que alíquota pode cair com redução da sonegação e
automatização das cobranças; texto prevê gatilhos para que IVA fique no
patamar de 26,5%.
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CNN – Subsídios pressionam tarifa de
energia e devem passar de R$ 40 bi pela 1ª vez em 2025. O valor consta do
orçamento que a Agência Nacional de Energia Elétrica vai propor hoje para a
Conta de Desenvolvimento Energético. O volume de subsídios saltou de R$ 16,2
bilhões em 2019 para R$ 37,1 bilhões em 2024. Um dos principais motivos é o
valor das subvenções para fontes renováveis e geração distribuída.
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O Globo – Indicados por Lula para
diretoria do BC serão sabatinados hoje no Senado em meio a expectativa de
alta nos juros. Os indicados são: Nilton David, na vaga de Gabriel Galípolo
(Política Monetária); Izabela Correa, na vaga de Carolina de Assis Barros
(Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta); e Gilneu Vivan, na vaga
de Otávio Damaso (Regulação).
- DCM – Itaú acusa ex-diretor de esquema milionário de compra de pareceres. Itaú Unibanco acusou seu ex-diretor financeiro Alexsandro Broedel de violar políticas internas e a legislação ao atuar em “grave conflito de interesses” e em benefício próprio. A denúncia foi formalizada em ata de assembleia geral publicada neste sábado (7). Segundo o documento obtido pela Folha de S.Paulo, Broedel utilizou indevidamente as prerrogativas de seu cargo para aprovar pagamentos ao fornecedor de pareceres, que somaram R$ 10,4 milhões ao longo de quatro anos. O ex-diretor, que deixou o Itaú em julho após 12 anos de atuação, assumiu recentemente um cargo no Santander, na Espanha. Por meio de sua assessoria, ele classificou as acusações como infundadas e afirmou que tomará medidas judiciais para se defender. Além das acusações contra o ex-diretor financeiro, o Itaú anunciou nesta semana a demissão de outro executivo, o diretor de Marketing, após uma apuração interna revelar o uso indevido do cartão corporativo. Segundo o banco, não há relação entre os dois casos.
- Secom – Inflação em novembro marca 0,39%, com queda em relação ao mês anterior. Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou 0,17 ponto percentual abaixo da taxa de outubro (0,56%). No ano, o IPCA acumula alta de 4,29%. A inflação do país teve alta de 0,39% em novembro, caindo 0,17 ponto percentual (p.p.) em relação ao mês anterior (0,56%). Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta terça-feira, 10 de dezembro, pelo IBGE. O índice abrange as famílias com rendimentos de 1 a 40 salários-mínimos residentes nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju. O resultado foi influenciado pelas altas no grupo “Alimentação e bebidas” (1,55%), após aumento no preço das carnes, no grupo “Transportes” (0,89%), impulsionado pelo aumento da passagem aérea, e no grupo “Despesas pessoais” (1,43%), influenciado pelo aumento do cigarro. No ano, a inflação acumulada é de 4,29% e, nos últimos 12 meses, de 4,87%.
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