Efeito Lula: PIB cresce 5,4% em outubro, na comparação anual, e Fazenda prevê mais do que 3,5% em 2024


Sob o governo Lula, o país deve continuar crescendo e surpreendendo enquanto promove a divisão de riqueza para um futuro mais próspero e justo, ao contrário da aposta do "mercado financeiro"



Urbs Magna –
A atividade econômica do Brasil cresceu 5,4% em outubro do ano corrente, em relação ao mesmo mês do ano passado, apesar de uma leve retração de 0,5% em relação a setembro. O aumento acumulado nos últimos 12 meses é de 3,4%.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), prevê que em 2024 o PIB superará 3,5% com a menor taxa de desemprego da série histórica. 

Dados do Monitor do PIB indicam que a economia brasileira apresenta crescimento robusto, com alta de 3,4% nos últimos 12 meses e expansão interanual de 5,4%, refletindo o bom desempenho de serviços, indústria e consumo das famílias.

Claudio Considera, coordenador do Núcleo de Contas Nacionais da FGV/Ibre, afirmou que os impactos sazonais não afetam o crescimento, que deve ser superior a 3%, possivelmente chegando a 3,5%.

O desempenho positivo é impulsionado pelo mercado de trabalho aquecido, pelo aumento da renda e pelo consumo das famílias, que cresceu 4,9%, além da alta de 2,9% no consumo do governo.

A FGV relata crescimento de 3,7% em serviços e na indústria, além de avanço de 5,2% na formação bruta de capital fixo em 12 meses, indicando confiança na economia.

As exportações cresceram 4,3% em 12 meses, enquanto as importações aumentaram 12,7%, impulsionadas pela demanda da indústria por máquinas e equipamentos.

As projeções para 2025 devem levar em conta o recente aumento da taxa Selic em 1 p.p.  percentual, atingindo o patamar de 12,25% ao ano, segundo encargo mais oneroso do mundo, podendo ainda chegar a 14% em 2025, segundo os mais alarmistas.

o que  desacelerar o consumo e, consequentemente, o crescimento econômico do país. (Leia matéria completa)



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Ao Valor Econômico, secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, disse que o governo Lula não vai se curvar aos interesses especulativos do mercado financeiro.

A reação irresponsável do mercado financeiro ao pacote de medidas fiscais anunciadas pelo governo Lula trará consequências indesejáveis à economia do país. Em entrevista ao jornal Valor Econômico, publicada nesta quarta-feira (18), o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, advertiu que tanto a disparada do dólar quanto a alta dos juros impactarão os preços.

Muito embora os especuladores tenham declarado guerra contra a administração Lula, Mello rechaçou qualquer alteração no ajuste e assegurou que o presidente tem total compromisso com ele. “O compromisso é tão grande que ele colocou como tema central do governo, durante semanas, a sustentabilidade fiscal. Esse é o tamanho da prioridade para o presidente”, descreveu.

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