Irã adverte para perigo de desintegração da Síria


Governo iraniano vê perigo de guerra civil



Brasil 247 – O Irã e a Jihad Islâmica condenaram as incursões do exército israelense em Damasco e a sua implantação na zona tampão do Golã, na Síria. O presidente iraniano, Masud Pezeshkian, condenou a tomada de controle por Israel de um posto avançado sírio no Monte Hermon, após a retirada do exército da nação árabe síria.

Segundo reportagem da Telesur , o chefe do Estado-Maior do exército de ocupação sionista, Herzi Halevi, declarou aos membros da unidade Golani que a partir deste domingo, a Síria tornou-se a quarta frente de combate do exército de ocupação, além da Cisjordânia, Gaza e Líbano.


"O presidente iraniano apelou a todas as forças de intervenção na Síria, bem como aos países da região, para permanecerem vigilantes contra os abusos do regime israelense para promover os seus objetivos egoístas, expansionistas e ilegais em relação ao povo da região", diz por meio de declaração oficial o gabinete do presidente do Irã.

“Estamos monitorando de perto os acontecimentos na Síria e queremos evitar levantar preocupações sobre a possibilidade de uma guerra civil ou inter-religiosa irromper, com a Síria enfrentando o risco de colapso parcial ou total ou de se tornar um refúgio para terroristas”, disse o chefe da diplomacia iraniana numa transmissão de rádio.

Observou, ainda,  em cxomunicado, que a República Islâmica está especialmente preocupada com os abusos que possam ser cometidos por Israel, que desde a madrugada de domingo tomou medidas expansionistas em território sírio. E o movimento Jihad Islâmica condenou a expansão da ocupação israelense e suas incursões em Damasco.

Hoje, o Exército que mantém ocupado o Golã sírio anunciou que assumiu novas posições na zona tampão entre a Palestina ocupada e a Síria, nas Colinas de Golã ocupadas.


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