Presidente recebe ministro da Fazenda e debate projetos prioritários no parlamento

Presidente recebe ministro da Fazenda e debate projetos prioritários no parlamento. Fernando Haddad atualiza Lula sobre tramitação de medidas fiscais, da reforma tributária e do orçamento para 2025, todos em análise no Congresso Nacional
Planalto – “Bem-disposto e absolutamente tranquilo”. Assim definiu o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o estado de ânimo em que encontrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta segunda-feira, 16 de dezembro, em sua residência em São Paulo, onde ele se recupera desde a alta hospitalar recebida no domingo (15/12).
“O apelo que ele está fazendo é para que as medidas fiscais não sejam desidratadas. Nós temos aí um conjunto de medidas que garantem a robustez do arcabouço fiscal. Estamos muito convencidos de que vamos continuar cumprindo as metas fiscais nos próximos anos”
Fernando Haddad – Ministro da Fazenda
Entre os temas despachados, Haddad atualizou o presidente sobre a tramitação da reforma tributária e das medidas fiscais enviadas pelo Governo Federal ao Congresso Nacional. Medidas que, segundo o ministro, precisam de celeridade para serem apreciadas, bem como projetos relacionados às reformas microeconômicas que irão orientar o Orçamento de 2025.
O presidente pediu um “quadro detalhado” de todo o cenário, disse o ministro. “O apelo que ele está fazendo é para que as medidas fiscais não sejam desidratadas. Nós temos aí um conjunto de medidas que garantem a robustez do arcabouço fiscal. Estamos muito convencidos de que vamos continuar cumprindo as metas fiscais nos próximos anos”.
Haddad acrescentou que, ao longo da conversa, ambos debateram outros detalhes, como os referentes ao imposto seletivo para armas e bebidas açucaradas. Os temas estavam incluídos na faixa de tributação extra na versão aprovada pela Câmara dos Deputados e foram modificados em destaques apresentados no Senado. O texto agora volta à Câmara.
“Coloquei ele a par da situação de cada uma delas, tanto no Senado quanto na Câmara. Expus os detalhes do que foi alterado para que ele pudesse, eventualmente, julgar a conveniência de tomar alguma providência, dar algum telefonema e orientar os líderes da base para acelerar as coisas. Estamos convencidos de que as medidas serão apreciadas este ano”, disse o ministro.
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